quinta-feira, 28 de julho de 2016

Amigo do meu marido Bêbado


Meu marido convidou uns amigos e familiares para um pequeno churrasco-almoço em nosso apartamento.
Música tocando, muito bate papo, muitas cervejas, drinks e, como sou fraquinha, com o terceiro drink eu já estava animada. Não sei se por causa do álcool ou pelo fato de estar a mais de uma semana sem fazer sexo, eu comecei a subir pelas paredes, conversava com o pessoal e ficava olhando os homens e percebendo que alguns já me observavam, comecei a gostar de situação e já andava rebolando pelo apartamento.
Meu marido, como sempre, bebia todas e já nem se dava conta de nada. Eu aproveitei isso e passei a desfilar, mas tudo bem discretamente e já me sentia completamente louca de tesão. Fui ao banheiro e, nem me perguntem como tive coragem, tirei o soutien e a calcinha, toda melada já, e voltei para a sala com meu vestidinho de malha listrado e bem levinho, com um enorme medo do meu marido perceber q eu estava sem nada por baixo do vestido.
Ele não percebeu, mas dois amigos dele logo notaram, pois os bicos dos meus seios estavam me denunciando, e logo uma das esposas notou o interesse deles em mim e quis montar uma cena, mas foi esfriada por outras. Ela ficou furiosa, pegou o marido e um casal de conhecidos que havia ido de carona com elas e foram embora.
Lá para as 22 horas, só ficamos, eu, meu marido, um amigo dele e a esposa dele, que tinha um evento programado para ir, mas meu marido e o esposo dela estavam muito bêbados e sem condições de ir para local algum. Ela ficou um pouco chateada com ele e disse q iria ao evento e que eu ligasse para ela quando a nossa festa acabasse. Disse a ela que estava combinado assim.
Bom, ela saiu e fui tomar um banho pra esfriar um pouco e pensei logo: Ahhh tenho que transar com meu marido hoje, estou com muito tesão.
Tomei banho, coloquei o mesmo vestido e com o corpo ainda molhado, sem nada mais e fui a sala, com o maior medo do meu marido brigar, mas cheia de tesão.
Chegando a sala me deparo com meu marido quase dormindo e o seu amigo muiiitttooooo bebado assistindo a um show na televisão. Chamei meu marido que resmungou mas me seguiu até o quarto, onde deitou e foi logo roncando.
Voltei a sala e perguntei ao amigo dele se queria tomar um banho, ele muito bebado falou que seria bom. Fui ao meu quarto e peguei uma barmuda de pijama do meu marido, que é mais alto e mais cheinho do que ele e passei para ele.
Quando ele saiu do banho estava muito engraçado com aquela bermuda grande e super folgada. Ri bastante e fui para a sala. logo ele chegou e sentou na outra poltrona e voltou a tomar cerveja e ficamos conversando. Ele com um olho pidão nos meus seios marcado no vestido e nas minhas pernas. Mas o danado estava muito bebado e deitou no chão e acabou dormindo. Fiquei triste mas estava como nunca, pensando, uau, eu em minha casa, com uma roupa assim, os seios quase saindo,  sem calcinha e um amigo do meu marido me comendo com os olhos, estou ficando doida, srsrsrrsrsrrsr
Mas fiquei ali e acabei me deitando no sofá e e olhando para ele, querendo ver ele ele estava realmente dormindo, e percebi que sim.
Fiquei olhando meus seios no vestido, com os bicos rijos, marcando totalmente e passei a alisar de leve por cima da vestido e pensava, olha só “amigo”, rsrsrsrs, nao aguentei e fui subindo um pouco, depois um pouco mais e logo liberei um dos seios e apertei o bicos pensando, que loucura isso, se vc acordar vai ver o seio da esposa do seu amigo.
Meu coração parecia que iria sair pela boca.
Me levantei, fui ao meu quarto, chamei meu marido que apenas roncava. Vendo que ele realmente estava apagado, corri para a sala, me deitei no outro sofá, onde o amigo dormia em baixo., puxei o vestido pra baixo e passei a mexer nos seios, louca de tesão, me virava bem pro rosto dele, louca que ele acordasse e visse meus seios assim, nus.
Logo estava com um mão no meio das pernas e o vestido quase  na cintura, eu estava totalmente molhada de tesão. Saí do sofá, puxei a mesinha de centro, me ajoelhei e passei o bico de um seio nos lábios dele, dava pra sentir a respiração quente e de álcool.
Não  aguentei e comecei a me masturbar coloquei perna de cada lado do rosto do amigo do meu marido e comecei a descer devagar e a encostar a xana na boca dele. Então melei meus dedos e passei nos lábios dele.
Enfiei dois dedos em mim e comecei uma louca masturbação que me fez cair num gozo de proporções inexplicáveis.
Me levantei tonta, com meu vestido enrolado na minha cintura, fui a cozinha, tomei um copo de água, mas continuava louca de tesão.
Voltei para a sala e fiquei olhando para ele, e me bateu a curiosidade de ver seu membro. Não resisti e fui até a bermuda e com calma puxei a lateral de uma das pernas, logo apareceu seu saco, tive um choque, e devagar puxei mais e pude ver seu caralho mole mas grande e grosso, eu estava tonta de tesão, medo,….
Fiquei ali olhando, paralisada e sem pensar mais, passei a mão bem devagar no saco e subi e toquei no pau, quente. Eu tremia inteira. toquei bem devagar e logo me deu vontade de cheirar o que fiz, nessa hora eu já me masturbava loucamente novamente.
Não aguentei mais e lambi o penis dele, tirei a mão e apenas fiquei lambendo, tentei resistir, mas o impulso foi maior e coloquei a cabeça na boca e fiquei lambendo e sugando devagar. Resolvi desligar a tv e fiquei só na penumbra das luzes que entravam pela janela
Voltei a colocar a cabeça do penis na boca, e com dois dedos iniciais uma masturbação louca, mas, pra minha supresa, o penis dele começou a crescer, tive um susto e saí correndo dali, srsrsrrsrsr
Fiquei no corredor e lembrei q havia esquecido minha roupa em cima do sofá. Não sabia o que fazer. Fiquei olhando e vi que ele nao se levantou. Voltei devagar e ele roncava. Nessa hora pensei comigo, seja o que vier.
Me ajoelhei novamente, vi que a bermuda estava do mesmo jeito ainda e o penis meio mole, abocanhei só a cabeça e comecei a lamber e a sugar a cabeça sem pensar , com muito tesão me levantei e fiquei de corcora em cima daquele pau que não estava muito duro e comecei a esfregar minha buceta super encharcada naquele pau cabeçudo entrava um pouco a cabeça daquele pau na entrada da minha buceta mas o medo falou mais alto e resolvi apenas chupar e sentir aquele pau na minha boca. Comecei a  lamber e tentar colocar o que eu aguentava na minha boca ate sentir crescer de novo, resolvi não parar, eu estava totalmente gelada, tremendo e cheia de tesão, o pau ficou duro e começou a pulsar comeceu a subir e descer com a boca na cabeça e nao me perguntem como tão rápido senti a a cabeça inchar e percebi q ele iria gozar, acelerei os movimentos e era o q eu pensava, ele começou a jorrar na minha boca, muuuiitttttooo esperma, fiquei sem folego e gozei como nunca na minha vida, pegava o melado dele e passa nos meus seios e chupava continuei a bater uma punheta nele ate tirar as ultimas gotas de porra que escorriam na minha mão Que loucura.
Me levantei tremendo toda, peguei minha roupa e corri pro meu quarto.
Me deitei ao lado do meu marido, pensando na loucura q fiz e  que eu estavria frita ao acordar.
Mas fiquei ali, toda melada, peguei um espelho na mesinha de cabeceira e me vi ali, melada, olhei minha boca, nao acreditei e me masturbei mais uma vez. Um gozo imenso.
Botei uma camisola e me deitei e dormi.
No domingo acordei morrendo de medo, arrependida, esperando a maior confusão da minha vida.
Para a minha surpresa, nosso amigo estava dormindo ainda. Levei um lençol e o cobri, pois seu penis estava todo de fora do calção. Fiz café e fui tomar banho, com o pescoço, rosto e seios todo grudento, rsrsrsrsrs.
Meu marido acordou, tomou banho, disse q estava com uma ressaca terrível. Chamou o amigo, fomos com ele a sua casa, pegamos a esposa dele e fomos a praia e, até hoje ninguém nunca tocou no assunto.
O mais interessante é que o nosso amigo continua a vir a nossa casa e nunca me indagou. Hoje, acredito que ele não percebeu que eu fiz aquilo nele.







quarta-feira, 13 de abril de 2016

JÚ NO CHURRASCO DE DESPEDIDA !!



Muitas foram as reclamações, mas não esperava mal comportamento de meus convidados. Em outra ocasião o que minha esposa acabara de ouvir seria inaceitável. A alegria e a embriaguez me impediram de reagir. A bebida produz comportamentos que só a ressaca pode concertar. Relevei. Afinal a responsabilidade era um pouco minha. Pensei no churrasco para me despedir dos velhos amigos. Ainda morávamos todos no mesmo bairro, mas quis a vida que eu tivesse que me mudar para outra cidade. O churrasco seria uma despedida, uma forma de reunir nós todos, oito amigos. Ficaríamos bebendo na piscina e a minha esposa cabia o preparativo dos acompanhamentos. Pois bem, falhei ao ignorar que minha esposa seria a única mulher da festa. Isto poderia gerar algum problema no decorrer da festa. Quando, umas 3 horas depois de iniciada a festa, minha esposa veio para a área da piscina trazer uns petiscos, me dei conta do erro que havia cometido. Juca fez a gracinha: - Oh, Carlos. Assim você castiga a gente. Não chama uma mulher pro churrasco e ainda põem a esposa para desfilar? Alguns deram risadas. Ela continuou séria e respondeu: - E dê-se por satisfeito. Podia ser pior. Podia não ter ninguém para olhar. Cena deliciosa de se ver. Vestia um short jeans deixando toda a perna grossa a vista, cobria somente a bunda, mas não escondia seu belo formato. Realmente gostosa. – Então, pode olhar? Para mim já é o suficiente. Os outros sete aplaudiram, eu inclusive. – Esse corpinho é propriedade do meu marido. Olhou com cara séria para os tarados, e saiu de cena meio irritada. Vez e outra ela voltava trazendo alguma coisa, uma hora com cerveja, outra com comida, sempre presente na área. Até que resolveu ficar conosco, bebendo um pouco. O Juca mais atirado puxou papo: - Não vai entrar na piscina? – Nessa aí? Cheia de tubarão? Não entro mesmo. Formou-se o coro e todos pediam a presença de minha esposa na piscina. Após algumas cervejas ela foi mudando de idéia. – Vou entrar na piscina. Vocês vão ganhar um presentinho meu. Eu e mais sete marmanjos ficamos curiosos. Ela pediu que fizéssemos um circulo com as cadeiras e que cada um sentasse numa cadeira. Pediu para aguardássemos enquanto ia ao quarto. Saímos da piscina e obedecemos à ordem. Jú voltou trazendo uma sacola com seus biquínis e sorteou um de nós para escolher o biquíni que usaria. O cara escolheu um discreto, mas sensual. – Já escolheram minha roupa? Então já posso me trocar. Dito isso ela começou a caminhar pelo círculo, olhando um a um. Escolheu um dos meus amigos, se aproximou e pediu que ele desabotoasse o seu shortinho. Ele desabotoou e desceu o zíper. O shortinho aberto revelava a frente da calcinha de cetim por baixo. Ela enrolou uma toalha em volta do corpo. A toalha escondia todo o tronco de minha mulher, deixava aparecer da cintura para baixo e dos ombros para cima. Seguiu até o rapaz sentado à direita do primeiro e pediu para ele tirar a blusa dela. O que foi feito. O próximo amigo já demonstrava ansiedade quando minha esposa sentou em seu colo. Sentou-se de costas para ele. Com um braço segurou a toalha escondendo os peitos e pediu que o cara abrisse seu sutiã. Ninguém estava acreditando naquilo. Minha gatinha sentou no colo do quarto sortudo, este deveria colocar o sutiã. Jú ainda segurava a toalha sobre o peito, o sujeito colocou o sutiã por cima da toalha, aproveitou para passar a mão em seus peitos, sempre de forma disfarçada, fingindo estar ajeitando o sutiã. A toalha estava entre o sutiã e os firmes peitos. Quando ela estava tirando a toalha o sutiã pulou para cima deixando os dois peitos para fora. Ela não fez movimento para escondê-los. A visão era linda, os peitos nus, as pontas endurecidas pela brincadeira e o shortinho aberto. Ela se levantou, ficou de frente para o sortudo e sentou novamente em seu colo. – Ajeita para mim, por favor. O cara tratou de cobri-la. Eu não agüentei e pus o pau pra fora, apertava a ponta do pau lentamente. Outros me acompanharam. Agora só restava o shortinho e a calcinha. Ela repetiu o ritual e enrolou a toalha no corpo. Ficou animada quando percebeu todos com o pau na mão. Dessa vez a toalha cobria seu corpo da cintura até os joelhos, escondendo o short. Ela foi até o quinto da fila que rapidamente enfiou a mão por baixo da toalha e puxou o shortinho. O cara seguinte, também afoito, enfiou a mão com pressa. Demorou um pouco, parecia estar alisando a boceta ou tentando abrir espaço pela lateral da calcinha. De repente, minha esposa deu um pulo e soltou grito contido de dor. – Aiiii, calma!!! Assim me machuca. Afastou-se do cara e agachou no chão, se recuperando da dor lancinante. A cara franzida com uma expressão de dor profunda. A calcinha ficou a mostra para todos os presentes. O cara que a machucou ficou envergonhado e pedia mil desculpas. Explicou que não era a sua intenção. – Tudo bem, não tem problema isso acontece. Recuperada, ela se levantou e colocou-se a frente do cara, ajeitou a toalha para esconder a calcinha, abriu as pernas e colocou uma mão em cada ombro do sujeito. – Vamos começar de novo. O cara alisou um pouco as coxas dela. Depois cuspiu nos dedos e sumiu a mão debaixo da toalha. Sua mão ia para frente e para trás. Minha esposa fazia movimentos tentando se encaixar. – Desce minha calcinha que fica mais fácil. O cara colocou as mãos dentro da toalha, desceu a calcinha pelas laterais até a altura do joelho. – Enfia um dedo só. Jú se mexia para frente e para trás. O cara apertando o pau. – Agora preciso vestir o biquíni. Empurrou o braço dele e foi até o Juca. – Você que vai me vestir. O Juca abriu um sorriso. Jú parou na sua frente e deu um show particular pro Juca. Abriu a toalha de forma que somente ele veria o corpo nu, todos os outros foram excluídos. A boceta estava muito próxima ao seu rosto. O Juca fechou os olhos e desceu o rosto na direção da boceta... – Não, não, não. É só pra olhar. Esse corpinho é do meu marido. O Juca olhava e se punhetava. – Vai me vestir ou vou ter que pedir a outro. Ele pegou a calcinha e vestiu minha esposa. – Espero que vocês tenham se divertido, quem quiser retribuir a gentileza pode, por favor, gozar dentro do meu biquíni. Ela ficou lá, em pé no centro do círculo. O Juca já tava doido e foi o primeiro a despejar. Virou ela de costas, puxou biquíni e se punhetou até dar uma grossa gozada. A porra ficou presa no Rêgo, no alto da bunda. Outro foi gozar, sua porra saiu em jatos rápidos e se acumulou junto a porra que já estava lá. Na vez do terceiro amigo gozar, a porra começou a escorrer pelo rego da minha esposa e se acomodar no fundo da calcinha. O quarto a gozar também encheu a bundinha dela de porra, mas nem uma gota caiu, estava toda guardada dentro da calcinha do biquíni. O quinto virou minha esposa de frente, desceu a frente de sua calcinha, encaixou sua cabecinha entre o pano e a boceta raspada da minha gatinha esfregando a cabeça do pau no grelo e colocando a cabeça do pau na entrada da buceta da minha mulher e lentamente, foi depositando seu esperma. O sexto e o sétimo o acompanharam. Quando chegou a minha vez gozei enquanto olhava um monte de porra dentro da calcinha dela.




sexta-feira, 23 de outubro de 2015

MEU PADRINHO




Isso aconteceu quando eu era bem novinha e uma vontade imensa de descobrir tudo sobre o mundo. Quase todas as semanas minha mãe ia tomar café na casa da minha madrinha e me levava junto. Madrinha era uma mulher de 55 anos calma, rechonchuda e sempre tinha um sorriso nos lábios. Já o padrinho, era um senhor com seus quase 65 anos. O que mais gostava era quando padrinho me colocava em seu colinho e ficava conversando comigo, me dando a máxima atenção.

Certa tarde,  padrinho me colocou em seu colo e começou a perguntar sobre meus estudos e coisas mais sobre mim. Mamãe e madrinha no mesmo ambiente conversando, ambas distraídas, senti pela primeira vez que algo estava acontecendo. Senti um volume estranho na minha coxa, olhei para o padrinho, e ele me tirou do seu colo, se levantou bruscamente e foi para o banheiro.

Depois desse episódio, eu sempre ficava lembrando daquilo, da sensação gostosa que eu tinha sentido, do calor, e fiquei com vontade de quero mais. Porém nas três vezes que fui à casa dele, ele estava aparentemente muito ocupado e pouco me deu atenção. A surpresa foi mamãe querer ir até lá numa sexta feira a tarde, e chegando lá, senti a falta dele e perguntei para a madrinha que me respondeu que ele estava na garagem separando umas tralhas. A surpresa foi chegar na garagem pela porta lateral e ver que a antiga TV dele estava ligada e com uma cena que jamais esqueci.

Padrinho estava testando suas antigas fitas VHS e na tela eu vi um velho enrabando uma ninfetinha. O cuzinho dela era pequeno e rosado, seu cacete grosso e curvo parecia que ia rasgar aquela menininha. Os gemidos dela, ainda que no volume baixo, ecoavam em minha cabeça. Olhei mais para o lado e vi o padrinho com sua piroca de fora batendo uma deliciosa punheta. Minha bucetinha começou a piscar, o tesão me consumia de tal forma que quando reparei, padrinho tinha percebido minha presença e se virou bruscamente. Sai correndo, e não voltei mais na garagem.

Fomos para casa, mas meus pensamentos ficaram com padrinho e sua punheta e na menininha loira com seu cuzinho rosado sendo arrombado pela  vara do velho, e ao tomar banho me acariciei longamente com o cabo da escova, que eu introduzia no máximo dentro do meu rabinho ainda virgem. Foi ai que decidi que queria que padrinho fizesse o mesmo comigo. Eu queria sentir aquele prazer. Fiquei em casa planejando como eu faria, já que padrinho uma vez tinha ficado de pau duro ao me dar colinho.

Chegado a outra semana, tomei um delicioso banho e coloquei um vestidinho solto, que ia até o joelho e sem calçinha. Chegando na casa do padrinho logo fui me achegando nele, conversando até que ele um pouco sem graça, fez o que sempre tinha feito comigo. Me acomodou em seu colo e ficou papeando, perguntando coisas fúteis. Comecei a me mexer o máximo possível, até que meu vestido subisse um pouco. Quando percebi que eu estava sentada diretamente na perna dele, ajeitei o vestido para que mamãe e madrinha não notassem. Padrinho ficou tenso ao constatar que eu estava me insinuando para ele e que estava nua por baixo. Minha bucetinha estava molhadinha, o fogo me consumia e o tesão me dominava. Em meio muita fala e risadas, mamãe e madrinha resolveram ir ver alguns vestidos novos na internet e acabei ficando ali, sentadinha no colinho dele, como sempre.

Padrinho não perdeu tempo e começou a me acariciar. Seus dedos entravam e saiam da minha bucetinha virgem e apertadinha. Ele colocava apenas a pontinha e tirava. Eu cuidava da escada, e me deliciava com os carinhos dele. Até que ele gritou para minha madrinha dizendo que íamos dar uma volta. Padrinho me levou até a garagem, e lá, abaixou um pouco a bermuda, o suficiente para que aquela rola enorme e envergada saísse. Então pediu para eu pegar nela. Era a primeira piroca que eu pegava, contei isso ao padrinho, que quase enlouqueceu de tesão. Segurava aquela piroca que pulsava na minha mão e comecei a subir e descer minha mãozinha naquela vara, foi quando padrinho carinhosamente levou minha cabeça na direção da sua vara e pedindo para que lambesse a cabeça do seu pau passei a língua e senti um gosto estranho mas acabei colocando a cabeça do pau na minha boca, era muito bom para quem nunca tinha chupado um pau.  Eu disse a ele que queria ser enrabada como a menina do filme dele.

Padrinho não se fez de rogado, pediu para eu me apoiar numa cadeira e ficar com a bundinha bem empinadinha, então ele começou a beijar minha bundinha. Enfiava a língua dentro do meu cuzinho, e alternava enfiando ora no cuzinho ora na bucetinha. Eu rebolava na língua dele, ele colocava os dedos dele em minha boca, eu sentia o gosto da minha porra. Eu implorava para ele me foder gostoso. Então padrinho se posicionou atrás de mim melecou muito minha bundinha com cuspe e pediu para que eu fosse me inclinando até encostar meu cuzinho delicioso em sua piroca enfurecida de prazer.

Fui me abaixando até que aquela enorme vara na entrada do meu cuzinho. Era quente e úmida. Tentei forçar mas senti uma dorzinha e parei. Padrinho então me segurou pelos seios, apertando bem os mamilos, pediu para eu ser boazinha e ficar bem quietinha, que ele ia me comer como no filme. Então padrinho lentamente foi me puxando, senti como se tivesse me partindo ao meio, ardia, doía, uma dor gostosa, queimava todo meu cuzinho, que relutava em alojar tamanha vara.

Eu estava amando aquilo, com dor, com medo, com prazer, tava sendo fodida como no filme. Padrinho com uma mão em meu seio e outra em minha cintura, tentando fazer a piroca entrar e me acalmar, que sensação deliciosa. Até que aquele embalar na piroca foi rompido por um estalo que ardeu na alma. Padrinho tinha me puxado, e a cabeçorra entrou de uma vez. Tentei escapar, mas ele estava me segurando. Ficou parado para que eu me acostumasse com o cacete dele dentro de mim. E a dor diminuiu e o prazer estava li. A vara quente me rasgando, o tesão me consumindo. Padrinho pediu para eu ir descendo conforme conseguisse. Ele apertava meus mamilinhos intumescidos e eu ia rebolandinho, engolindo aquela tora aos poucos. Que delicia ser enrabada. Até que com mais uma puxada, padrinho enfiou de uma vez a vara no meu cuzinho. Quase vi estrelas de tamanha dor que senti. Por pouco não chorei, mas padrinho começou a fazer lentos movimentos dentro de mim, foi me laceando, fazendo com que meu cuzinho ficasse relaxado,ele ousava e começou a tirar a rola e a socar de uma única vez, cada estocada vinha seguida de um gemido baixinho.

Foi então que pela primeira vez gozei sem a ajuda do cabo da escova e sim sento enrabada até os talos. Meu padrinho delicioso começou um vai e vem mais ritmado, uma loucura dentro de mim, apertava com muita força meus mamilos e parecia que queria me enfiar os bagos, tamanha era a força da estocada. Meu cuzinho acostumado com aquele volume, foi agraciado com o leitinho quente do padrinho. Que delicia, foi como balsamo, padrinho me abraçou e disse que eu seria sua putinha daquele dia em diante.

Nos recompomos, voltamos a sala, tomamos café e em meio olhares velados, prometíamos a nós dois, muitas outras aventuras. E desde esse dia, sempre que posso, apareço lá para ganhar colinho do padrinho.


Amo colinho !!!



quinta-feira, 15 de outubro de 2015

domingo, 5 de julho de 2015

JÚ NA FARMÁCIA !



No início da semana eu voltei com minha mãe ao médico por causa de minha alergia, saímos de lá com a receita que me foi prescrita, teria que tomar algumas injeções. Na volta para casa passamos na farmácia e um senhor de uns 60 anos ou mais nos atendeu. Após os cumprimentos mamãe entregou a receita médica.
— Queria estes remédios! O homem pegou a receita e foi até a prateleira. Quando voltou com uma caixinha, olhou para minha mãe e disse:
— É pra senhora?
— Não, é pra minha filha! Ela pode tomar a primeira agora?
Quando ele me olhou nos olhos, senti desejos e safadeza naquele olhar ou algo assim. Eu já sabia que aquelas injeções são aplicadas no bumbum, e quando ele disse:
— Pode entrar ali! Apontando para uma porta que dava para uma salinha. Já estava antevendo a cena, aquele homem alisando minha bunda enquanto pinicava uma agulha nela, eu entrei na salinha e minha mãe ficou na porta, de repente, entrou uma moça sorrindo e nos cumprimentou. Pediu para eu levantar meu vestido até meu bumbum ficar descoberto, então ela pinicou a agulha em mim.
Não pude evitar um sorriso ao pensar... “Geralmente são os homens que me pedem isto e a picada é bem maior”.
Ficou acertado que eu voltaria nas manhãs seguintes para tomar as outras injeções. Eu voltaria sozinha nos próximos dias, minha mãe trabalha e não tinha necessidade dela me acompanhar agora.
Voltei no outro dia para tomar a segunda injeção. Havia outro homem no balcão, entreguei a receita e o medicamento e ele pediu pra eu ir até a salinha, após eu entrar, o senhor do dia anterior entrou em seguida: — Bom dia! É Julia seu nome não é?
— É sim, e o senhor?
Ele sorria parecendo bem feliz: — Julia é um lindo nome, o meu é Luiz, mas não precisa me chamar de senhor ok?
Sorri de volta enquanto ele já com a seringa na mão pediu para eu levantar um pouco meu vestido, eu não sou de fazer cerimônia pra tirar a roupa, subi o vestido até a altura da cintura. Estava com uma calcinha branca de renda e ainda estava de frente pra ele e fui me virando bem devagar, notei a mudança brusca em seu semblante quando viu minha xoxota que transparecia através daquela renda fina.
Virei, apoiei no banquinho e dei uma empinada no bumbum que estava quase todo de fora com aquela micro calcinha.
Ele com muito carinho passou um algodão com um líquido na minha bunda antes de me pinicar com a agulha, depois disse: - Pronto, acabou a tortura! Aproveitou o momento para alisar meu bumbum.
Enquanto eu arrumava o vestido, pelo espelho o percebi apertando seu pau e disfarçou depois.
Combinei de voltar no dia seguinte.
Decidi que na próxima eu apimentaria o clima naquela salinha, eu adoro provocar homens mais velhos, principalmente os mais sérios.
No outro dia fui para a farmácia vestindo mini saia e blusa, deixei um acessório em casa... Não vesti a calcinha, queria deixar ele doidinho quando eu levantasse a saia.
Ao entrar na farmácia e dar de cara com seu Luiz, percebi que hoje havia um brilho diferente em seu olhar, ele disse pra eu entrar na salinha, quando já estava naquele cubículo, ele entrou atrás e fechou a porta sanfonada, percebi que ele também tinha más intenções para aquele dia, assim como eu haha... Ainda mais quando ele disse que eu era linda e atraente e todo aquele papo de tiozinho tarado, mas carente de uma sacanagem. Senti o bafão de bebida que saia de sua boca.
Eu toda meiguinha e pra provocar falei: — Ontem meu bumbum ficou dodói, vai doer hoje?
— Não minha linda, hoje não vai doer, eu prometo!
Eu sorrindo disse: — Então estou pronta!
Fui levantando minha saia e virando lentamente fazendo meu joguinho de sedução. Deu tempo de ele ver meus pelinhos pubianos antes do meu bumbum estar todo de fora virado pra ele.
Olhei pelo espelho e vi seu Luiz babando e com um olhar de lobo faminto, balbuciou algo e pegou na minha bunda com as duas mãos apertando e acariciando. Eu dei um gritinho safado empinando meu bumbum e apoiando no banquinho.
Seu Luiz ajoelhou e separando minhas nádegas, enfiou a cara na minha bunda e socou a língua em meu buraquinho. Eu nem cogitei resistir, fechei os olhinhos de prazer quando senti aquela língua nervosa no meu rabinho, comecei a gemer baixinho e rebolar o bumbum. Ele me sugava como louco que parecia engolir parte de mim, aquela língua frenética deixou-me maluquinha.
Ele ficou em pé e abaixou suas calças, eu já não aguentava mais de tesão quando ele veio por trás e começou a roçar seu pau na minha xoxota.
— Ai não seu Luiz, eu ainda sou virgem! (haha)
— Põe no meu cuzinho!
Meu cuzinho implorava por sentir aquela pica lá dentro. Não era um picão, mas era grosso e  estava bem duro.
Seu Luiz encostou a cabeça do pau no meu buraquinho que parecia querer sugá-lo, com as duas mãos arregacei minha bunda e empinei ainda mais e senti ele me penetrando até sua pica estar toda dentro de mim... Ohoooo! E o danado estava sem camisinha.
Eu gemia e rebolava com aquele pau no meu cuzinho, mexia e apertava meu buraquinho.
Seu Luiz enfiou as mãos por dentro de minha blusa e massageava e apertava muito forte meus seios quase esmagando enquanto me puxava pra junto dele socando fundo em mim.
Sua mão massageava gostoso minha xoxota me fazendo chegar rapidão ao clímax. Enquanto eu gozava o seu Luiz urrava fazendo aquele vai e vem doido, achei que o homem ia ter um treco, sentia seu coração batendo forte em minhas costas e a respiração ofegante no meu cangote... E ele não gozava.
Ele socava dois dedos na minha boceta e eu toda molinha, não demorou veio meu segundo orgasmo e gozei novamente gemendo igual uma cadelinha agora, ele tapou minha boca com a mão, sua estocada aumentou e foi quando senti aquela coisa morna inundando meu buraquinho, seu Luiz tirou seu pau pra fora e outro jato de porra foi no meu rego, o velho safado continuando com uma punheta esporrou toda a minha bunda.
... Deu-me uma toalha e enquanto eu me limpava ele fechou sua calça, pegou a seringa e sem falar nada fez sinal para eu virar, passou o algodão molhadinho e aplicou a injeção.
Agora com cara de quem ganhou na mega sena disse:
— Ainda falta uma ampola, quando você volta anjo?
Sorri dizendo: — A próxima pode ser a domicílio?...





terça-feira, 7 de abril de 2015

JÚ, NO CINEMA !!!


Sempre soube valorizar meu corpo, sentia que por onde eu passava os homens olhavam, adorava usar roupas mais justas, curtas que destacavam as curvas do meu corpo, usava-as como arma para chamar a atenção. Adorava a sensação de causar nos homens a vontade explícita de me devorar. Sempre que um homem me olhava e falava coisas obscenas minha bucetinha molhava todinha.
Muitas vezes saía de casa determinada a provocar cantadas baixas e obscenas. E ainda fazia cara de quem não tinha gostado. Colocava um shortinho curto, com a polpinha do bumbum aparecendo, uma blusinha com a barriga ou as costas de fora, decote profundo, meus seios eram pequenos, mas eu adorava mostrá-los. Preferia sair a pé e optava por ruas mais movimentadas. Fazia questão de atravessar a rua quando via algum homem, mesmo com namorada do lado. Eram olhares insinuantes e cantados do tipo: “gostosa”, “delícia”, “que buceta boa”, “me dá essa bundinha”, “ah, seu pudesse comer essa xaninha”... e daí pra pior (ou melhor... hahaha).
Bom, estou contando isso pra mostrar o quanto adoro causar vontade nos homens.
Meu namorado (hoje meu marido) sabia como eu era e gostava de mim desse jeito, ele adorava ver que eu chamava a atenção. Quanto mais gostosa eu me vestia mais ele elogiava e queria sair e me exibir na rua.
No início do nosso namoro, fomos pegar um cineminha e como seria um programa no escuro, precisava me vestir de forma mais atraente que de costume. Então coloquei um vestido branco com tecido bem molinho, que deixava  meus seios mais volumosos . Usava uma sandália prata de salto fino bem alto, que me obrigava a empinar mais a bundinha pra me equilibrar e manter o andar mais estiloso.
Bom, claro que com esse vestido, não precisava usar sutiã, então aproveitei e não coloquei calcinha também. Aliás, raramente usava calcinha, achava que os shorts ficavam mais gostosinhos quando entravam na bundinha sem marca da calcinha.
Nessa noite estava fazendo muito calor, mas ventava um pouco. Saímos a pé. Lutava sem muita vontade contra o vento na minha saia. Como estava com meu namorado ao meu lado, não ouvia cantadas, mas os olhares eram inevitáveis. E parecia que ele estava adorando:
- Viu como você é gostosa? Esses caras não param de olhar pra você. – dizia com um olhar orgulhoso pra mim. Devolvi o olhar sem comentar nada, adorando saber que ele gostava também daquilo.
Depois de uma longa caminhada, entre olhares insinuantes e até mesmo algumas cantadas (mais discretas, claro) de alguns homens mais cara-de-pau, chegamos ao cinema. Na fila, os olhares continuavam inclusive das mulheres. Notei que meu namorado gostava, pelo volume que se formava em baixa da sua calça. Aliás, não era só ele que estava se entregando na fila, um senhor  atrás da gente na fila estava de pau duro e pelo jeito era grande. A fila era bem grande, tinha muita gente, então os grupos se formavam em um emaranhado de gente, que nem parecia uma fila, apesar de todos saberem a ordem que deveria andar. Isso porque a bilheteria ficava em um saguão pequeno demais pra suportar uma estreia.
Estávamos todos apertados. O Senhor (40 ou 50 anos sei lahh) atrás da gente parecia estar sozinho, então de costas pra ele e de frente para meu namorado, em uma conversa animada, fui me chegando mais pra perto do senhor e “sem perceber” fui me encostando-se a ele. No início ele foi se afastando, mas eu insistia, até que ele desistiu e manteve-se parado. Encostei minha bundinha na coxa dele, dei uma leve empinadinha para que as minhas nádegas fossem levemente separadas pela pequena pressão feita pela sua coxa. Senti sua respiração forte atrás de mim. Virei pra trás e pedi desculpas. Ele, todo vermelho, aceitou.
Acho que meu namorado notou que eu fazia tudo aquilo propositalmente, mas não falava nada, parecia estar gostando. Ele, então me abraçou, colocou as mãos na minha bunda, uma de cada lado e apertou. Vi que ele olhava pro senhor por cima do meu ombro, acho que queria provocá-lo. Então ele pegou um pouco mais embaixo, já nas minhas coxas, apertando minha bunda por cima da saia, começou a subir a mão arrastando a saia pra cima. Senti pelo ar frio que entrava por baixo, que a minha bunda tinha uma parte pra fora. Meu namorado apalpava e olhava pro senhor pra ver a reação dele. Toda aquela provocação, aquela exibição do meu corpo, me excitava, eu ficava animada que meu namorado gostava de exibir minhas curvas e sentir que os homens me desejavam.
- Esse coroa não tira os olhos da sua bunda. – disse ele ironicamente.
- Mas também você está provocando... – disse, em um sorriso insinuante, abrindo o jogo – Você quer que eu ajude?.
- Quero! – disse ele empolgado com a idéia.
Então levantei-me pra beijá-lo, a fim de empinar a bunda.
- Ele está babando em você! – disse ele rindo e sussurrando no meu ouvido.
Dei uma risadinha safadinha, mas nossa vez chegou e compramos os ingressos. Direcionamo-nos à sala e o senhor vinha logo atrás e esperei ele passar pra ver onde se sentaria. Sentei ao lado dele, em uma das últimas fileiras, ele a minha direita e meu namorado à esquerda. Levantei o braço da poltrona que me separava do meu namorado e a que me separava do estranho ao meu lado, pedindo licença. Ele consentiu, respeitosamente.
O cinema lotou rapidamente. As luzes se apagaram e o filme começou. Meu vestidinho branco aparecia bem no escuro, aproveitei, então, pra subi-lo um pouquinho deixando minhas coxas de fora e um pouco da minha xoxotinha à mostra. O senhor não assistia ao filme, assistia minha buceta e minhas coxas, assustado com minha atitude a do meu namorado em consentir, mas animado por baixo de sua calça, como denunciava o volume de seu pau.
O filme tinha algumas cenas obscenas que me deixaram mais excitada ainda, acho que a nós três. Meu namorado me abraçava por cima dos ombros acariciando meus seios enquanto as cenas de sexo rolavam na telona. Minha bucetinha estava fervendo, querendo dar. Me virei pro meu namorado pra beijá-lo, virando junto meus quadris e claro que minha bunda ficou aparecendo. Meu namorado botou a mão na nádega que estava pra cima, abrindo minha bunda, deixando a mostra o buraquinho do meu cú. Ele ria se divertindo com os olhares do senhor ao meu lado, por isso eu entendia que ele estava babando atrás de mim. Era a primeira vez que provocava a tal ponto um estranho com meu namorado do lado.
- O coroa aí está morrendo de vontade de meter a mão na sua bunda! – disse meu namorado.
- Deixa ele! Vai ficar querendo! Hahaha – respondi me divertindo com tudo aquilo.
- Ah, coitado, ele não sabe como é bom ter uma bunda gostosa na mão... – disse ele apertando minha nádega, complacente com a vontade do senhor.
- O que você quer que eu faça? – perguntei provocante.
- Nada! Você, nada. – respondeu ele, olhando pro senhor.
Imagino que quando meu namorado encarou-o, ele parou de olhar e se voltou ao filme porque meu namorado me afastou delicadamente, me encostando-se à poltrona e aproximou-se do senhor, com a cabeça e disse:
- Gostosa né?
O senhor, assustado e confuso, não sabia onde enfiar a cara.
- Não, meu jovem! Eu não tava olhando pra ela, não!
- Como não? – pensei nesse momento que ia sair alguma briga, mas me tranqüilizei quando ele continuou – Você está dizendo que minha namorada não é gostosa e que não merece uma olhada?
- Não, não foi isso que eu quis dizer! Sua namorada é uma delícia... é... quero dizer... é muito bonita, mas.... – o senhor estava gaguejando, mas eu percebi qual era a do meu namorado.
- Vai, coroa, não se acanhe, pode olhar! Ela é gostosa mesmo, o que é bonito e gostoso é pra se olhar e se provar!
O senhor ficou confuso, não sabia se aproveitava ou disfarçava. Mas logo olhou pras minhas pernas, mirando a saia que mal cobria minha buceta. Querendo passar uma imagem de “inocente”, puxei uma pontinha da saia, na “tentativa” sem sucesso de cobrir a minha xoxota, com a carinha de uma menina de 17 aninhos, que tinha ficado ‘sem perceber’ com a buceta de fora:
- Gente, o que é isso? – falei com a cabeça baixa, olhando pelos cantos pros dois.
Meu namorado, tentava me tranquilizar, fingindo pro senhor estar acreditando na minha inocência, mas sabia que eu correspondia a toda sua putaria.
- Calma, meu amor, ele só quer dar uma passadinha de mão na sua coxa. Deixa vai? – e olhando pro senhor com um riso malicioso – Me deve essa, coroa!
- Está bem, mas é só na coxa. – respondi, com um ar de uma putinha ingênua. Era essa a impressão que eu passava, uma puta, safadinha, mas com um olhar ingênuo.
O senhor, instintivamente (me refiro ao instinto macho), colocou a mão na parte interna da minha coxa direita e foi subindo lentamente, com cuidado, observando a reação do meu macho, seguindo em direção a minha buceta. Meu namorado fez o mesmo na coxa esquerda. Conforme meu namorado subia, o outro também subia. Quando estavam no meio do caminho, meu namorado puxou minha coxa, abrindo-a lentamente, o mesmo foi feito por aquele estranho, me deixando numa posição submissa, em que dois homens podiam fazer o que quisessem com a minha xoxota, afinal ela estava toda descoberta, sem defesa alguma, com duas mãos fortes prestes a tocá-la, sem chances de eu reagir.
Me vi ali, no meio de dois homens, meu namorado me emprestando, ME EXIBINDO pra um estranho. Aquilo me deixava louca, minha buceta já estava toda molhadinha, só de pensar que um estranho me tocava. Embaixo de mim, a poltrona toda úmida.
O senhor era guiado por meu namorado que mostrava o caminho e entregava o corpo de sua namorada pra um homem que nem conhecia e desejava as minhas curvas. Sua mão chegou a minha virilha e parou. Ele olhou pro meu namorado e diante de seu sinal de permissão, escorregou o dedo pra polpinha da minha buceta. Aquele toque foi como um choque. Até então, eu só tinha despertado desejos dos estranhos nas ruas, nunca haviam me tocado e, naquele momento, meu homem me proporcionava aquele prazer.
Percebi que o pau do cara estava já estourando sua calça. Ele também sentiu, então com a ajuda da mão direita, abriu o zíper e o botão, colocando pra fora. Não era impressão minha, o pau dele era muito grande, meu namorado soube fazer uma bela escolha pra mim. Com a direita alisava seu pau inchado, duro, com as veias saltando. Com a esquerda, seus dedos foram lentamente escorregando pros lábios da minha xoxota quente e encharcada. Escorregou o dedo pra cima e pra baixo, fazendo o reconhecimento da minha buceta, percebendo o quanto eu estava excitada, por tanto leite que ajudavam seu dedo a deslizar. Acho que minha umidade foi um sinal de permissão pra ele, porque ele foi se sentindo mais a vontade e começou a dedilhar meu grelinho. Meu namorado só olhava, excitado, se divertindo com a situação, segurando minha perna aberta, como se eu fosse querer fechá-las.
Notei que algumas pessoas olhavam e cochichavam. Riam baixinho apontando. Elas estavam gostando da cena porque o filme se tornou secundário pra elas. Pra quem adorava chamar a atenção aquilo era o êxtase! Eu me contorcia, me deliciava... Meu namorado assistia à cena, mantendo firme minha coxa, se divertindo com a excitação e medo do senhor, que ainda não se sentia tão seguro com tudo aquilo, pois de vez em quando olhava para o meu namorado como quem pede permissão pra continuar, desacreditando que podia fazer realmente aquilo com sua mulher.
Aquele senhor brincava com a minha buceta com uma habilidade incrível, toda aquela situação me deixava com mais vontade de dar. Me abri o máximo que podia, dando espaço para aquele estranho fazer o que quisesse com a minha buceta. Minha xoxota começou a pegar fogo, um fogo que se alastrava pelas minhas coxas, nádegas, barriga, pernas... era meu gozo chegando. Em um gemido contido pra não chamar a atenção demais pessoas, gozei, gozei, gozei! Gozei gostoso! Foi o melhor orgasmo que já sentira, eu realizara uma fantasia que eu nem me permitia pensar que poderia realizar.
Eles não me largavam mesmo após minha satisfação física em forma de explosão do meu ventre!
Meu namorado afastou o bojo da minha blusinha pros lados deixando os biquinhos dos meus peitinhos de fora. Os outros continuavam observando a cena de sexo ao vivo, preferiam elas ao filme.
O senhor olhava meus peitinhos durinhos e pequenos expostos por meu próprio namorado, pra quem quisesse ver.
Me perguntava se meu namorado permitiria que outros ali me alisassem também? Só de pensar na possibilidade já fui me animando de novo, sentindo vontade de ficar nua e todos me tocarem. O senhor ao meu lado, desconfiado, parou, esperando um ok do meu macho.
- Vai, coroa, fica a vontade, aproveita porque o filme está acabando!
O senhor me olhou e nem esperou meu consentimento, meteu a boca no meu seio. Mas meu namorado não permitiu que ele aproveitasse muito, afastou-o. Acho que queria deixá-lo na vontade, o que eu adorava, afinal era isso que me excitava quando me exibia nas ruas.
- Já está bom. Já chega. – afastando sua cabeça e cobrindo meus seios. - Agora me diz, é gostosa ou não é?
- Muito! Tua namorada é uma delícia! – ainda com a mão na minha xota.
Os dois dialogavam ali sobre meu corpo, minha gostosura, detalhavam sobre minhas curvas, enquanto eu me sentia submissa, de pernas abertas, mantida assim pelo meu próprio namorado, com a mão de um estranho ainda alisando minha buceta.
Meu namorado tirava agora a mão dele da minha xoxota, tirando lentamente o dedo de dentro da minha vagina, deixando escorrer todo o leitinho quente que ela produzia. Mas nem se preocupou em abaixar minha saia, minha buceta continuava exposta, do jeito que eu gostava. Os que estavam em volta observavam, as mulheres cutucavam seus namorados pra pararem de olhar minha xoxota, meu corpo. Algumas aproveitavam pra olhar também.
O senhor se colocou em seu lugar, moralmente falando, obedecendo o novo limite que meu homem impunha a ele. Seu olhar lamentava, pois seu pau estava ali, sedento pra meter na minha xana.
- Essa gostosa é minha! – dizia meu namorado todo orgulhoso, mostrando que tinha dado apenas uma amostra grátis pro coroa, deixando claro que ele não teria nada mais do que aquilo.
O senhor não tinha outra alternativa além de ficar batendo uma punheta. Antes do filme terminar, gozou, sem fazer questão de controlar o jato de sua porra, que atingia o encosto da poltrona da frente. Meu namorado me olhava rindo, se divertindo com o risco que acabara de correr o coroa que sentava na poltrona da frente. Eu retribuía o riso, olhando pro senhor, me divertindo.
O filme continuava, algumas cenas ainda picantes, mas nada se comparava à putaria que tinha rolado ali conosco. O senhor não parecia satisfeito, olhava pra mim e iniciava uma nova punheta.
Virei-me pro meu namorado excitada, virando junto meu quadril de novo. Beijei-o, deixando a mostra minha bunda, repetindo, sem querer a cena que iniciou toda a putaria.
O senhor, com muito cuidado para que meu namorado não reparasse (desta vez me beijava de olhos fechados), meteu a mão na minha bunda, escorregando o dedo entre minhas nádegas, procurando meu cuzinho. Quando encontrou meu anelzinho, começou a alisar a portinha, que estava encharcada do leitinho que tinha escorrido da minha buceta.
A ponta do seu dedo escorregou levemente pra dentro do meu rabo, por estar tão molhadinho. Eu torcia pro meu namorado não perceber, porque aquela sensação era muito boa, meu anelzinho foi se alargando, gostando do dedinho atrevido, mas o senhor respeitava a presença do meu macho e não enfiava mais do que a ponta do dedo. Meu rabinho estava quente e adorando aquele voluminho tomando espaço na entrada. Ele mexia levemente o dedo pra dentro e pra fora, mas numa amplitude muito pequena pra não passar do limite, me deixando com uma vontade louca de que seu dedo escorregasse pra dentro do meu buraquinho. Era a primeira vez que meu cuzinho recebia um dedinho. Meu namoro ainda estava no começo e meu namorado ainda não tinha tentado chegar ao meu buraquinho e eu não sabia ainda que gostava que tocassem nele. Aquela experiência estava me deixando deliciada. Meu cuzinho se arreganhava implorando que ele enfiasse o dedo todo.
Minha bunda se empinava, praticamente nua, com a presença de uma mão estranha, na tentativa de fazer aquele dedo entrar mais um pouquinho. Fui empinando mais e mais... aaaahhhhh que gostoso, consegui!!! O dedo dele escorregava... ou meu cú que escorregava sobre o dedo dele, engolindo-o. Meu namorado ouvia os gemidos dele e achava que era pela punheta que ele batia, mas ele estava era gostando de explorar meu rabinho.
Empinei mais até que seu dedo estava todo no meu rabo. Seu dedo começava a se agitar dentro do meu rabo, se movia pra frente e pra trás. Meu rabo queimava, se alargava, pedia mais! Minha bunda queria pau! Um dedo era pouco! Envolvida naquele transe provocado pela idéia e vontade de dar a bunda,  senti o dedo saindo do meu rabo mas rapidamente senti também algo esfregando na entrada do meu cuzinho, o coroa esfregava a cabeça daquela piroca gigante no meu cuzinho, estava gostoso mas sabia que seria difícil tentar dar para ele sem sentir dor e ainda por cima disfarçar o meu namorado . Comecei a rebolar  e sentia que ele colocava a cabeça e forçava a entrada no meu rabinho, sentia a cabeça entrando devagar mas fica só nisso . Que delicia sentir a cabeça do pau dentro do meu cuzinho. Beijei meu namorado mais calorosamente, rebolava, gemia e minha respiração se tornava mais alterada. O senhor se continha , ele não podia forçar a barra se não meu namorado poderia desconfiar mas mantinha seu caralho na entrada do meu cuzinho, as vezes tirava e forçava um pouco mais e o filme quase acabando.
Aquele fogo foi tomando conta de mim de novo e novamente iniciei meu gozo. Meu namorado não entendeu muito bem como eu poderia estar gozando com apenas um beijo, ao sentir que eu estava gozando o coroa começou a gozar também, uma boa parte dentro do meu cuzinho, mas muito mais fora do me rabo molhando toda a entrada do meu cuzinho, que delicia sentir aquela porra toda!
O filme acabou. Empinei a bunda com cuidado, ele entendeu e tirou o caralho da entrada do meu cuzinho me deixando encharcada de tanta porra.
Assim que as luzes começaram a se acender levantei-me.
O senhor estava suado, os outros me olhavam, vi olhos assustados, curiosos, safados, invejosos, sedentos, reprovadores... todo tipo! Mas sei que todos tinham vontade de estar no lugar de um de nós.
Na volta pra casa, queríamos fechar a noite com um pouco mais de exibição. Fizemos nosso caminho por ruas escuras. Ele se afastou um pouco, se manteve a uns 10 metros atrás de mim, como se não me conhecesse. Observava a reação dos homens diante de meu andar provocante, meus rebolados, minha falta de medo que me fazia passar muito próximos àqueles estranhos.
Pelo primeiro homem, cruzei rebolando, meu vestido balançava acompanhando o movimento das minhas nádegas ensopada de porra. Enquanto eu passava ao seu lado, se aproximou do meu rosto, dizendo:
- Buceta gostosa! – sussurrava enquanto metia a mão na minha bunda.
Passei direto, sem parar, apesar de ter diminuindo a velocidade pra aproveitar melhor o atrevimento daquele cara.
E assim fomos caminhando até minha casa, uns só falavam obscenidades, outros metiam a mão na minha bunda ou na minha buceta...
Que noite deliciosa, a primeira de muitas.








terça-feira, 10 de março de 2015

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

JÚ , AJUDANDO NOSSO AMIGO !





Meu nome é Henrique, tenho 41 anos, sou casado com Jú a 6 anos. Jú é uma morena de 27 anos, bunda gostosa, coxas grossas e peitos médios , tem 1:69 de altura ela é bem gostosa, afinal  vejo ela recebendo assovios e gracinhas por ai!! Quando nos casamos, era um pouco ciumento, mas com o tempo comecei a gostar que ela saísse de shorts ou saias, além dela ficar ainda mais gostosa, fico excitado quando vejo alguém olhando ela.
Pois bem, temos 2 casais de amigos que moram em Porto Alegre, e que iriam aproveitar o final de semana prolongado pra vir pra nossa cidade  . Gabriel e Fernanda e o Hugo e a Ligia, todos entre 35 e 40 anos. Fazia tempo que não nos víamos, pela distância, e muita correria, enfim quando chegaram vieram o Gabriel e Ligia, e o Hugo sozinho depois ele me contou que havia se separado de Lígia. A Fe era natural da minha cidade e seus pais moravam ainda aqui, por isso iriam ficar na casa deles, e o Hugo iria procurar um hotel, claro que não deixei, pedi pra ele ficar la em casa, pra por ele pra cima um pouco. A noite de sexta combinamos de sair, ir tomar um chopp, e assim fizemos. A Jú colocou um vestidinho branco bem levezinho, afinal fazia muito calor. Hugo tomou um banho e fomos. A Nanda estava linda, ela é muito linda, gostosa ...sempre fui tarado por ela. Conversa vai, conversa vem, chopp, risadas, já ficava tarde, combinamos de ir ao clube sábado, curtir o sol, piscina...acordamos tarde no sábado, Hugo me convidou para ir comprar umas coisas com ele, e a Jú ficou preparando o almoço. De tarde fomos ao clube, Nanda e Gabriel já estavam la...ficamos na parte de fora mesmo, as mulheres queriam tomar banho de sol, esperamos elas se arrumarem...a Nanda estava com um shorts e com a parte de cima do biquíni, e a Jú com shorts e de blusa....a Nanda tirou o short, confesso que fiquei de pau duro....que tesão de ver aquela mulher...a Jú também tirou, e como eu estava de óculos escuro, percebi que Hugo não tirava o olho dela....enquanto elas ficaram na piscina fomos a um dos quiosques do clube beber. Conversamos, falamos de vários assuntos volta e meia eu ficava observando a Nanda, e percebia Hugo fazendo o mesmo com a Jú, passou uma hora e a Jú veio até nós, me pediu pra cuidar das coisas que elas iriam ao banheiro como ela estava de biquíni, percebi que o Hugo olhava ela e alisava o pau sobre q bermuda. Fiz que não percebi nada e fui cuidar. Não demorou e elas voltaram, vi que eles ainda estavam no quiosque e fui ao banheiro...entrei em um, e logo em seguida ouvi conversa. Eram eles...como eles não sabiam que eu estava lá, não se importavam em falar baixo, e ouvi-los falando da Jú, de como ela é gostosa, que eu tenho sorte de comer aquela bucetinha e aquele rabinho gostoso confesso que ao invés d ficar com raiva, fiquei excitado. Eles saíram e logo fui atrás . Convidei minha esposa e caímos na piscina. Hugo não tirava os olhos da Jú, e eu volta e meia olhava a Nanda, mas gabi e nanda tiveram que partir ,iam jantar com a família , íamos a uma festa a fantasia a noite. Nos e Hugo ficamos mais ainda. Jantamos no caminho e fomos pra casa. Hugo tomou banho, logo após eu e Jú entramos juntos no banheiro eu estava com muito tesão, acabamos dando uma rapidinha no banho. Ao sair do banho, esqueci de fechar a porta do banheiro, costume de quem mora sozinho, e o quarto de visitas da de frente pro banheiro. fui ao meu quarto, e ao retornar me deparei com Hugo olhando para dentro, apenas separando ele de minha esposa pelo box. Cara, me deu um tesão essa cena. Rapidamente ele saiu e ela acabou o banho. Como a festa era a fantasia, e ainda tinha algumas de carnavais, emprestei pra ele uma . Era uma do zorro. Eu fui de pirata, e a Jú de pirata também, porem a dela era uma sainha curta, e uma blusinha que mostrava a barriga. Um chapéu, ela estava simplesmente maravilhosa!
Chegamos a festa e a fê me liga que não poderia ir. Bebemos, dançamos, aproveitamos bastante seguidas vezes alguém esbarrava na Jú, até a mão na bunda passaram eu via e fingia que não via. Depois de bebermos tanto, eu tive que ir ao banheiro,convidei-o para ir junto mas ele não quis. Quando sai, a banda, que tocava de tudo um pouco, tocou um forró, e vi eles dançando, ela quase sentada na perna dele dançando, esfregando a bucetinha na perna dele sei lá, talvez por ela já estar meio bêbada, sei que ele se aproveitava esperei acabar a musica e ficamos mais algum tempo, bebemos  e fomos pra casa.Hugo havia me contado anteriormente, que desde que brigou com ligia, não tinha mais transado isso fazia 2 meses. Alguma coisa na minha cabeça me fez ter uma ideia chegamos em casa, a Jú caiu no sono no carro estacionei, pedi ajuda pra leva-la, na verdade já fazia parte da ideia eu agarrei ela por cima, e ele levou ela pelas pernas sei que ele via o que queria ver, largamos ela na cama, e eu pedi-lhe ajuda pra despi-la.ele não acreditou e pediu para eu repetir, e eu respondi me ajuda a tirar a roupa dela ele não se fez de rogado, tiramos e a deixamos apenas de calcinha ele me diz:
Com todo respeito, mas ela é muito gostosa!
Eu disse, eu sei, e sei que você achou isso desde que chegou vou te ajudar hoje, vou deixar você comer ela.
Ele me disse: o que? Você esta louco ?
Eu disse: não era o que queria? A quanto tempo ta sem transar? Eu sou seu amigo, eu to pedindo eu quero que faça.
Ele não respondeu nada, ficou em silêncio e tirou a roupa tirei a calcinha dela, passei o dedo na bucetinha dela deixei ele só na cama sentei numa poltrona e fiquei vendo.
Ele começou a lamber a bucetinha dela, ela mesmo meio bêbada demais, gemia baixinho ele passava a lingua, ia ate os peitos, chupava ela gemia baixinho, sem abrir os olhos ela estava de ladinho, ele deitou atrás e colocou o pau dele na bucetinha úmida dela e começou a bombar , nessa hora meu pau já estava explodindo, por que tanto tensão em ver minha esposa sendo comida por outro?
Ele ia cada vez mais forte, como alguém que a dias   não almoçava ou jantava parecia um morto de fome ele aperta a os peitos dela, comia com força ela meio em transe gemia e falava meu nome ele a virou de bruços, enterrou o pau nela ela deitada e ele deitado sobre ela , eu alisava meu pau, e quando me vi, estava me masturbando, ele se deitou e puxou ela por cima não Sei como, ela ia cavalgando nele eles a essa altura, urravam de tesão  ele a virou e colocou alguns travesseiros para arrebitar a bunda dela, ficou de quatro e ele metia ia forçando cada vez mais, batendo com o saco nela ,até que ele disse que ia gozar , pedi pra ele gozar no cú dela, ele colocou e enterrou tudo , eu me espantei pois não era para comer o cuzinho dela e sim gozar em cima do cuzinho dela, mas quando eu vi ele já estava com o pau na metade do rabinho da minha esposa,  algumas estocadas e gozou, gemeu muito, e para minha surpresa ela também gozou , primeira vez que ela goza com sexo anal, ela caiu de lado e desmaiou de vez , a porra dele escorria do cu dela e descia entre as coxas e a bunda dela , ele sem falar nada, saiu e foi para o quarto , eu fui tomar banho, e me masturbei ainda 2 vezes tamanho o tesão ,fui dormir e ainda abracei ela , quando acordamos, ela me beijou, disse que fingiu estar dormindo e  disse que tinha sido a melhor foda dela só de sentir outro pau na buceta e no cuzinho dela , sorri. Quando eles foram embora, Hugo me agradeceu por tudo!
Espero que tenham gostado, e aqui algumas fotos da minha Jú deliciosa !